Quem é o pai da influenciadora Duda Freire, preso por tráfico de drogas em Goiânia
Pai da influenciadora Duda Freire é preso em Goiânia, diz PM Dyogo Hilario Tocafundo, de 46 anos, é pai da influenciadora Duda Freire e empresário, segundo ...
Pai da influenciadora Duda Freire é preso em Goiânia, diz PM Dyogo Hilario Tocafundo, de 46 anos, é pai da influenciadora Duda Freire e empresário, segundo a Polícia Militar. Dyogo foi preso em Goiânia por tráfico de drogas e , segundo as autoridades, atuava na modalidade 'delivery' em bairros nobres da capital. O pai de Duda Freire foi preso nesta quinta-feira (26). Segundo dados da Receita Federal, Dyogo é sócio de um restaurante no Setor Bueno, local onde a polícia fez uma campana para apurar um comportamento suspeito que resultou em uma das prisões dele em 2023. O g1 entrou em contato com a defesa de Dyogo, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem. Dyogo e Duda em fevereiro do ano passado Facebook de Dyogo Hilario A influenciadora é uma das melhores amigas de Virginia Fonseca e aparece com frequência ao lado dela em viagens internacionais. Duda também é modelo e divide o dia a dia com quase 3 milhões de seguidores nas redes sociais. 'Delivery' de drogas De acordo com dados obtidos em documentos do site do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO), a abordagem aconteceu em abril de 2023. Dyogo foi absolvido, mas foi condenado após o julgamento de um recurso oferecido pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO). Segundo depoimentos de policiais anexados à decisão, os policiais observaram que Dyogo saía e voltava várias vezes em direção à motocicleta. Duda Freire ao lado do pai, Dyogo Hilario Tocafundo Instagram de Duda Freire "Conseguimos acompanhá-lo até a sua residência, onde ele foi até sua residência e deixou rapidamente, e continuamos monitoramento ali na Avenida 85, momento em que a gente vê o momento mais oportuno, ele fez a entrega", diz o relato. Na ocasião, a polícia não conseguiu fazer a prisão do suposto usuário para quem Dyogo fez uma entrega, mas abordaram e prenderam o empresário. Com ele, a polícia encontrou cerca de R$ 3,5 mil e uma porção de cocaína. Os policiais relatam que foram até a casa de Dyogo, junto com ele, e encontraram mais cocaína e que a investigação levava a crer que a conduta caracterizava tráfico de drogas. Absolvição e condenação Segundo um dos depoimentos no processo, Dyogo é um "traficante costumaz". Inicialmente, ele foi absolvido das acusações, pois em juízo, Dyogo negou o crime e disse que o dinheiro encontrado com ele era para um depósito. O juiz entendeu que o monitoramento realizado pela polícia não tinha elementos suficientes para comprovar o envolvimento com o tráfico. Além disso, alegou que a superioridade numérica dos policiais impedem a voluntariedade da autorização do réu para que os agentes revistassem seu apartamento. Entretanto, após interposição de recurso do Ministério Público, foi reconhecido que a abordagem foi realizada em situação considerada suspeita e que "os depoimentos de policiais não devem ser considerados inidôneos ou suspeitos em virtude simplesmente de suas condições funcionais".